Carga
horária total 105hs - 50 hs teóricas
16 hs emergências médicas - 35
hs práticas
1.
Analgesia Consciente - Histórico
1.1 História da Sedação
Consciente e da Anestesia Geral
1.2 Origem
1.3 Evolução dos equipamentos
conceitos
1.4 Evolução da Técnica
de Administração
1.5 Aspectos Legais
2. Introdução para a Sedação
e Analgesia na Odontologia
2.1 Conceitos de dor, medo e ansiedade
2.2 Espectro da dor e controle do medo e da
ansiedade
2.3 Fobias e fobia dental
2.4 Protocolo de controle da dor, do medo
e da ansiedade
2.5 Escala de Corrah
2.6 Anestesia local - injeção
atraumática
2.7 Toxidade dos anestésicos locais
2.8 Técnicas de Sedação
2.9 Definições
2.10 Vias de administração -
vantagens e desvantagens
2.11 Reações alérgicas
2.12 Anestésicos locais
2.13 Antiinflamatórios não esteroidais
2.14 Indicações da Sedação
Consciente em algumas Patologias
2.17 Dinâmica de grupo
3.
Avaliação do paciente
3.1 História Médica (Anamnese)
3.2 Metas de avaliação do paciente
3.2.1 Classificação ASA
3.3 Componentes da avaliação
3.4 Exame
3.5 Exames clínicos e laboratoriais
3.6 A importância do diálogo
e a troca de informações com
as demais especialidades médicas
4.
Sedação Consciente na Prática
Odontológica
4.1 Vantagens e desvantagens da via inalatória
4.2 Uso da mistura óxido nitroso /
oxigênio nas diversas especialidades
Odontológicas
5.
Suporte para utilização do Método
5.1 Pessoal, equipamentos e biossegurança
5.2 Mapeamento e documentação
necessária
5.3 Normas legais e prontuário para
Analgesia Inalatória
5.4 Protocolo para atendimento de pacientes
imunossuprimidos
5.4.1 Pacientes imunossuprimidos
5.4.3 Protocolo para acidentes
5.5 Dinâmica de grupo
6.
Equipamentos Disponíveis
6.1 Unidades de Sedação e Analgesia
Inalatória
6.2 Tipos de unidades
6.3 Tipos de fluxômetros
6.4 Componentes e fatores de segurança
dos fluxômetros
6.5 Cilindros de armazenagem dos gases oxigênio
e óxido nitroso
6.6 Componentes (reguladores, mangueiras,
tubos, máscaras e conexões)
6.7 Equipamentos para remoção
ambiental do óxido nitroso
6.8 Controle do ar ambiente
6.9 Fatores de Segurança no manuseio
do equipamento e dos gases.
6.10 Normas estabelecidas pela NIOSH
6.11 Normas estabelecidas pela FDA
6.12 Normas estabelecidas pela ADA (guidelines)
6.13 Normas estabelecidas pela Anvisa e ABNT
6.14 Workshop prático
7.
Óxido Nitroso e Oxigênio: Farmacologia
e Propriedades
7.1 Óxido Nitroso / Oxigênio
7.2 Propriedades físico-químicas
7.3 Solubilidade e potência
7.4 Farmacocinética e farmacodinâmica
7.5 Ações farmacológicas
no organismo
7.6 Gases anestésicos
7.7 Potência dos gases anestésicos
7.8 Diferença entre os gases orgânicos
e inorgânicos
8.
Farmacologia dos benzodiazepínicos
8.1 Indicações
8.2 Contra-indicações
8.3 Interação medicamentosa
9.
Sedação Inalatória: Técnicas
de Administração
9.1 Introdução, descrição
geral e Revisão de Literatura
9.2 Visita prévia e instruções
gerais
9.3 Preparo do equipamento
9.4 Preparo do paciente - Teste de Trieger
inicial
9.5 Técnicas de administração
9.6 Monitoração pré,
trans e pós-operatório
9.7 Sinais objetivos e subjetivos da Sedação
Consciente
9.8 Registro de dados da Técnica
9.9 Liberação do paciente -
Teste de Trieger final
10.
Sedação com Óxido Nitroso:
Complicações e outras considerações
10.1 Complicações mais freqüentes
10.2 Uso indevido, exposição
crônica
11.
Workshop Prático
11.1 Reconhecimento montagem e desmontagem
dos componentes dos equipamentos de Sedação
11.2 Dinâmica de grupo
12.
O Paciente Pediátrico e o Excepcional
12.1 Avaliação do comportamento
desses pacientes
12.2 Revisão de Literatura
12.3 Diferenças comportamentais e restrições
entre adultos e crianças
12.4 Metas e técnicas
13.
Pacientes Especiais e Geriátricos
13.1 Indicações
13.2 Prevenção de sinais e sintomas
de determinadas patologias
13.3 Indicação e Vantagens da
Sedação
13.4 Distuúrbios Cardiovasculares
13.5 AVC
13.6 Diabetes Mellitus e outros Distúrbios
Endócrinos
14.
Workshop Prático - Técnica de
Administração
15.
Sistema Respiratório
15.1 Anatomia
15.2 Fisiopatologia
15.3 Efeitos do Óxido Nitroso
16.
Sistema Cardiovascular
16.1 Anatomia
16.2 Fisiopatologia
16.3 Sistema hematopoiético
16.4 Efeitos do Óxido Nitroso
17.
Metabolismo hepático
18
Anatomofisiologia do Sistema Endócrino
19.
Sistema Nervoso Central
19.1 Anatomia
19.2 Fisiopatologia
19.3 Efeitos do Óxido Nitroso
20
. Analgesia Preemptiva:
20.1 Caminhos e Modulação da
Dor no SNC
20.2 Analgesia Preemptiva e Anestésicos
Locais
20.3 Analgesia Preemptiva e Opióides
20.4 Analgesia Preemptiva e AINEs
20.5 Analgesia Preemptiva e Esteroidais
20.6 Analgesia Preemptiva e N2O
21.
Estresse:
21.2 Neurofisiologia do SNC
21.3 Neurofisiologia da Ansiedade.
21.4 Sintomas do estresse
21.5 - Ansiedade x Depressão
22
- WorkShop Prático
23.
Emergências Médicas no Consultório
Odontológico (Veja
as fotos)
Portaria CFO 22/2001 Obriga aos cursos de
especialização, a introduzirem
em sua grade curricular, o módulo de
emergências médicas com o conteúdo
programático específico e carga
horária mínima de 16hs.
23.1.
Aspectos legais das emergências médicas
23.2. Avaliação inicial do paciente
23.3. Principais alterações
cárdio vasculares respiratórias
nervosas e endócrinas
23.4. Farmacologia das principais drogas relacionadas
as emergências médicas
23.5. Classificação das situações
de emergência; Incidência das
situações de emergência
recomendações básicas
das situações de emergência
23.6. Suporte básico de vida: Considerações
gerais
23.7 O protocolo de suporte básico
de vida
23.8. Ressuscitação em bebês
e crianças até 8 anos de idade
23.9 Alteração ou perda da consciência:
considerações gerais
23.10. Dificuldade respiratória: considerações
gerais( revisão)
23.10.1 Hiperventilação:
23.10.2 Crise aguda de asma
23.10.3 Edema pulmonar agudo
23.10.4 Doenças crônicas do sistema
respiratório
23.10.5 Obstrução das vias aéreas
24.
Dor no peito: Considerções Gerais
24.1 Bradicardia sinusal
24.2 Taquicardias ou palpitações
24.3 Doenças crônicas do aparelho
cárdio circulatório
24.4 Crise hipertensiva arterial
25.
Reações alérgicas:
25.1 Anestésicos locais
25.2 Antimicrobianos
25.4 Outras substâncias e fármacos
de uso odontológico
26.
Reações a superdosagem das soluções
anestésicas locais: 26.1superdosagem
do sal anestésico absoluta ou relativa
26.2 Superdosagem do vasoconstrictor
26.3 Metemoglobinemia
27.
Administração de drogas injetáveis:
27.1 Vias de administração ;
a injeção sub cutânea,
intramuscular e intravenosa
28.
Critérios e Protocolo de EM
28.1 Os equipamentos de emergência
28.2 Os medicamentos os componentes para administração
intra venosa uso dos equipamentos para ventilação:
ambú
28.3 A maleta de emergência
29.
Condutas clinicas nas emergências médicas
:
29.1 Desobstrução das vias aéreas
29.2 Respiração artificial
29.3 Punção venosa
29.4 Massagem cardíaca
29.5 Cricotireoidomia
29.6 Terapêutica medicamentosa
30.
Classificação de Quadros Emergenciais
30.1.Obstrução de vias aéreas
30.2. Maleta de Emergências
30.3. Emergências Específicas
30.4. Medicamentos e Métodos
30.5. Manuseio dos Paciente
31.
Módulo Prático
32.
Dinâmica de Grupo: Simulações
sobre toda a matéria ministrada
33
. Recebimento dos trabalhos solicitados no
curso - Seminários
34.
Testes práticos e escritos, verificação
final do aprendizado.
35.
Certificados de Habilitação